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E se...

Tem coisas que quando se juntam confirmam a existência do infinito. Esse casal de palavras, quando formam o triângulo amoroso com as reticências, dobram a infinitude. Porque dentro das incertezas do “e se” cabe qualquer possibilidade: seja do que não aconteceu e poderia ter terminado de qualquer forma; seja pelo que ainda não aconteceu, possa ser talhado de qualquer maneira. Mas, viver nessa terra de possibilidades imensas e sem limites, traz um perigo para a felicidade do presente. Simplesmente porque o que acontece é real, já foi ou está sendo. Sem as múltiplas possibilidades do “e se...”, se a grama do outro é sempre mais verde, imagine as variáveis possíveis que podem ser imaginadas, a vida se apresenta como ela é. Sem qualquer possibilidade de alterar o que já está feito, falado ou entregue. O presente é sempre muito intenso em deixar marcas e cicatrizes. E se não fosse assim? E se pudéssemos refazer, quantos rascunhos fosses necessários, até chegarmos a obra final e só esta produzir efeitos é resultados em nossas vidas? Mas, sabemos que não é assim que as consequências de nossos atos ou omissões se apresentam. O que torna indispensável o planejamento de cada atitude ou não atitude. Perdão, compreensão e esquecimento são departamento completamente diversos. Pense antes de ser grosseiro ou indiferente. Pense antes de ser agressivo ou ausente. Pense antes de dar adeus se quer ficar. De calar se quer falar. De repelir se quer acarinhar. De sorrir com frieza ao invés de chorar com sinceridade. E tudo porquê o “e se” é perfeito para linguagens poéticas e divagações de efeito. Para o dia a dia, nada como e, de eu e você ou o se de ame-se, apaixone-se... Valorize cada possibilidades e se quiser ser feliz, que assim seja, amém.